Carne Barrosa DOP A “Carne Barrosã” - DOP é obtida a partir de animais alimentados essencialmente de pastagens naturais (lameiros) e de forragens (palha e feno) e com suplementos de milho (farinha), centeio e batata. A área abrangida pela Denominação de Origem Protegida da “Carne Barrosã” está definida pelo despacho nº18/94 de 31 de Janeiro. A NORTE E QUALIDADE foi reconhecida como Organismo Privado de Controlo e Certificação pelo Aviso do DR nº 25, de 31-01-94. A Denominação de Origem foi registada e protegida pelo Regulamento (CE) nº 1263/96, de 01-07. A área geográfica de produção da “Carne Barrosã” abrange os concelhos de Amares, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde do distrito de Braga; os concelhos de Felgueiras e Paços de Ferreira do distrito do Porto; os concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço, Monção, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Paredes de Coura e Valença do distrito de Viana do Castelo e os concelhos de Boticas e Montalegre do distrito de Vila Real. Da denominação de origem “Carne Barrosã” apenas poderá beneficiar a carne de animais que respeitem os processos de produção e certificação estabelecidos no Caderno de Especificações da DOP. Habitantes ancestrais das terras altas do Norte de Portugal, os bovinos barrosãos são herdeiros naturais de um património genético, transportando e preservando a genuinidade e a autenticidade de uma raça. Referência emblemática da bovinicultura portuguesa, a raça barrosã distingue-se de todas as outras pela lira alta da sua cornamenta, a sua harmonia de formas e pela famosa e inigualável carne que produz. O rigor das modernas técnicas de controlo de qualidade é o garante de toda a riqueza da tradição da raça. A sua carne apresenta uma cor rosada a vermelha escura, com gordura branca a branca suja, conforme se trate de vitela ou animal adulto. A carne é deveras tenra, extremamente suculenta e muito saborosa. O Flavor, sensação fisiológica que se obtém da interação do paladar e olfato durante a mastigação, mantém-se com excelente nota e muito semelhante em todos os pesos de abate. A suculência e o flavor devem-se ao “marmoreado da carne” estando por isso correlacionada com a repartição da gordura e a sua composição lipídica. Na realidade, estas valências, textura, cor, suculência e flavor, dão à \'\'Carne Barrosã\" uma qualidade ímpar. A \"Carne Barrosã\" possui na sua constituição fibras musculares de ácidos gordos insaturados, ómega 3 e ómega 6, nomeadamente de ácido linoléico conjugado – CLA, e de antioxidantes, entre outros elementos, e ainda baixo teor em colesterol. Todos estes constituintes são importantes a nível do sistema cardiovascular e do sistema imunitário, produzindo também um efeito anticarcinogénico. http://www.boticasparque.pt/dados.php?ref=recursos-endogenos \"CARNE BARROSÃ - DOP O SABOR DA NATUREZA A FORÇA DA CONFIANÇA Com o cunho dos prados verdes do Norte, dos lameiros e pastos naturais, marcada pelo milho e pelo azevém semeados pelos produtores, esta raça nobre produz uma carne de excelência. Por este motivo, no sêc. XIX, muitas embarcações exportavam milhares de animais directamente para a Corte Inglesa. Ainda hoje é vulgar encontrar-se a designação de “portuguese beef” em restaurantes londrinos, tendo na Carne Barrosã a sua origem. A \"\"Carne Barrosã\"\" - DOP tem uma cor rosada a vermelha escura, com gordura branca a branca suja, conforme se trate de vitela ou animal adulto. A carne é deveras tenra, extremamente suculenta e muito saborosa. O flavor, sensação complexa que se obtém pela combinação das características olfactivas e gustativas perceptíveis durante a mastigação, mantém-se com excelente nota e muito semelhante em todos os pesos de abate. Esta característica, tal como a suculência deve-se em grande medida ao \"\"marmoreado da carne\"\" estando por isso correlacionada com a repartição da gordura e a sua composição lipídica. Na realidade, estas valências, textura, cor, suculência e flavor, dão à \'\'Carne Barrosã\"\"-DOP uma qualidade ímpar. A sua fama prolongou-se por gerações, não se esfumando com as actuais polémicas à volta da carne de bovino, que com excessiva e desajustada mediatização tanto tem perturbado os consumidores. Segundo os mais recentes estudos, a presença nas suas fibras musculares de ácidos gordos insaturados, ómega 3 e ómega 6, nomeadamente de ácido linoléico conjugado – CLA, e de antioxidantes, entre outros elementos, aliada ao baixo teor em colesterol conferem à \"\"Carne Barrosã - DOP\"\" propriedades promotoras de saúde. Estas são evidentes a nível do sistema cardiovascular, do sistema imunitário além do seu efeito anticarcinogénico. O rigor das modernas técnicas de controlo de qualidade é o garante de toda a riqueza da tradição da raça. A idade normal de abate é entre os cinco e os nove meses, pesando em média 184 kg de peso vivo para os machos e 169 kg para as fêmeas, com pesos médios de carcaça que rondam os 98. O abate só pode ser realizado em matadouros credenciados pela Entidade Certificadora e autorizados pelo Agrupamento de Produtores e que garantam condições de estabulação, limpeza e higiene aliados à capacidade de rede de frio que permita a armazenagem quer das carcaças quer das suas peças. As carcaças têm que exibir as marcas de certificação apostas pela entidade de controlo e certificação (SATIVA) em locais visíveis. A área geográfica de produção da “Carne Barrosã” abrange os concelhos de Amares, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Vieira do Minho e Vila Verde do distrito de Braga; os concelhos de Felgueiras e Paços de Ferreira do distrito do Porto; os concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço, Monção, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Paredes de Coura e Valença do distrito de Viana do Castelo e os concelhos de Boticas e Montalegre do distrito de Vila Real. Mercê do rigoroso controlo com que é seleccionada e criada, a “Carne Barrosã \"\" tem Denominação de Origem Protegida (DOP) por Despacho 18/94 de 31 de Janeiro (Diário da República II Série). O uso da Denominação de Origem obriga a que a carne seja produzida de acordo com as regras estipuladas no Caderno de Especificações, o qual inclui, designadamente, a identificação dos animais, o saneamento e a assistência veterinária, o sistema de produção, a alimentação, as condições a observar no abate e conservação das carcaças, associados a um rigoroso sistema de segurança alimentar e a uma efectiva rastreabilidade, da exploração pecuária até ao consumidor (farm to fork). Apenas poderá beneficiar da denominação de origem “Carne Barrosã” a carne de animais que respeitem os processos de produção e certificação estabelecidos no Caderno de Especificações da DOP. As condições gerais, que é necessário obedecer para beneficiar da Denominação de Origem Protegida, são às seguintes: A unidade de produção deve situar-se, obrigatoriamente, na área geográfica de produção; Alimentação animal feita à base de produtos naturais; Só é permitido a certificação da carne proveniente de animais da Raça Barrosã inscritos no Livro Genealógico; A identificação dos animais deverá ser feita durante os primeiros 20 dias de vida (prazo legalmente estipulado pelo SNIRA); Cumprimento do plano de profilaxia determinado pelos Serviços Oficiais e realização de todos os tratamentos e/ou vacinações considerados necessários; Na exploração têm que existir os seguintes registos: Passaporte do Bovino; Livro de Registo de Tratamentos; Livro de Registo de Existências e Deslocações de Bovinos; Com a adesão os produtores ficam ainda comprometidos a dar cumprimento a todos os acordos adoptados pelo Agrupamento de Produtores e a facilitarem a realização de todas as acções de controlo à sua unidade de produção pelo Instituto de Certificação “SATIVA”. PARCEIROS AMIBA - Associação de Criadores de Bovinos de Raça Barrosã, criada em 1990 tem como finalidade a preservação e o melhoramento da Raça Barrosã tendo por missão: Identificar ao nascimento todos os vitelos filhos de pais inscritos no Registo Zootécnico/Livro Genealógico colhendo, nessa altura, material para também identificar geneticamente com base nas técnicas de ADN; Registar todos os animais nascidos da raça barrosã nos distritos de Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Porto no Livro Genealógico; Controlar os postos de cobrição natural e a inseminação artificial; A testagem e recria de reprodutores machos; PEC NORDESTE – Indústria de Produtos Pecuários do Norte, situada em Penafiel e detentora da unidade de abate, na qual são abatidos, na totalidade, os animais destinados à certificação. SATIVA - Controlo e Certificação de Produtos, organismo privado que controla todas as etapas do processo de certificação da “Carne Barrosã - DOP”.\"

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Carnes Frescas e FumadasCarnes Frescas
Carnes Frescas e FumadasCarnes FrescasBovino