"A necessidade aguça o engenho". Este provérbio português espelha na perfeição aquilo que são ainda hoje os utensílios tradicionais portugueses. 

O artesanato e as necessidades diárias sempre fizeram com que ferramentas, instrumentos, apretrejos, aparatos, tivessem de ser desenvolvidos à custa do engenho daqueles que pensavam, utilizavam é deles tinham necessidade, utilizando as matérias primas que tinham "ali a mão".

Fosse na agricultura, nas oficinas, em casa, nas mais diversas áreas ou realização de tarefas especiais, haviam sempre um utensílio adequado à utilização e que ajudava quem desempenhava determinada função. 

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